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Sistema de Gestão UNUM e a identificação por Rádio Frequência

postado em 18 de fev de 2011 12:23 por Usuário desconhecido   [ atualizado em 11 de set de 2013 13:29 por Usuário desconhecido ]
O sistema RFID, ou Radio-Frequency Identification, é uma ferramenta inovadora para gestão de patrimônio ou pessoal, podendo ser aplicada de inúmeras formas. O sistema consiste em identificação por meio de ondas de rádio, onde um pequeno objeto dotado de silício e antenas (transponder) responde ao sinal enviado pelo transmissor (portal), com isso, pode-se rápido e fácil, localizar todos os chips dentro de uma área delimitada.

As possibilidades de automação com o uso do RFID são inúmeras, e vão, desde a utilização como ponto eletrônico para gestão de pessoal, até o controle de fluxo de mercadorias em grandes empresas. Com esta ferramenta, é possível ao empresário contar e separar seu estoque em pouquíssimo tempo, com margem de erro quase zero.

Apesar das inúmeras possibilidades de uso do RFID, para que a automação ocorra, de verdade, não basta somente a aquisição de alguns chips e um portal. Mais importante do que ter os componentes do RFID, é dispor de um sistema que possa gerenciar as informações recebidas e transformá-las em dados utilizáveis pela empresa.

Para acompanhar a tendência, o sistema UNUM dispõe de total compatibilidade com o sistema de identificação por rádio frequência, integrando a informação captada pelo portal ao seu banco de dados. Segundo o arquiteto de software da UNUM, Giambatista Brito, essa ferramenta garante ao utilizador do sistema UNUM uma segurança ainda maior, uma vez que o seu estoque passará a ser gerenciado automaticamente, ou seja, sem interferência humana. "A ideia é que todo o seu estoque, ao chegar na empresa seja etiquetado com os chips (RFID), se já não dispuserem destes,  e após, sejam distribuídos para dentro do estoque, onde serão adicionados ao sistema, automaticamente. Ainda não temos uma solução acabada, mas as bases do sistema Unum são completamente compatíveis com as soluções de RFID, destacou".

O arquiteto entende ainda que a utilização do RFID vai além da simples comodidade, garantindo ao empresário um melhor controle e monitoramento do estoque, e lembra que, quanto maior a ingerência humana no processo de controle do estoque, maior a probabilidade de erro, e estes erros podem levar a empresa a ter grandes prejuízos. “Para se ter certeza de que a mercadoria que foi liberada para saída é a mesma que está na carga, dependemos do trabalho humano, e a possibilidade de erro foi minimizada com o código de barra, que ainda depende do “bip”, e o ato de bipar depende de ato humano, que está sujeito ao erro, afirmou.

Para Giambatista, a grande barreira para o uso do RFID vinha sendo o elevado custo das etiquetas (chips), que hoje se reduziu a centavos de real, o que deve aquecer esse mercado, frente a todas as vantagens de se utilizar a identificação por radiofreqüência. O arquiteto de software ressalta também que a utilização do RFID substitui a utilização do ser humano nas tarefas repetitivas, geralmente, mais fadadas ao erro e causadoras de doenças ocupacionais do tipo LER. Para ele, com a utilização do RFID, não tem mais necessidade de um funcionário para dar entrada e saída das peças no sistema, ou para conferir fisicamente a carga na hora da saída. “Sempre que passar uma carga pelo portal é como se o mesmo perguntasse “quem está aí?” e as etiquetas respondessem com os seus nomes”, explica. 

A chegada do sistema de identificação por radiofreqüência vem para tornar mais simples as tarefas dentro da empresa, otimizando o fluxo de mercadorias ou pessoal, dando rapidez ao gerenciamento de estoque, facilitando a vida das empresas e, pro reflexo, trazendo qualidade no atendimento para o consumidor.