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CIAP - Sistema UNUM realiza upgrade no módulo SPED Fiscal

postado em 12 de abr de 2011 13:33 por Usuário desconhecido   [ atualizado em 11 de set de 2013 13:23 por Usuário desconhecido ]

Desde a sua criação, o CIAP – Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente, é um grande mistério para a maioria das empresas,
principalmente, nos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Este dado é preocupante, pois o CIAP é algo benéfico ao empresariado, e representa um crédito de ICMS nas aquisições de bens para compor o ativo imobilizado.

A maioria das empresas, quando faz escrituração do CIAP, o faz em planilhas, não tendo validade para o fisco, podendo acarretar, inclusive, em multa no valor de 1% do montante das operações referentes ao ativo permanente, pela falta de escrituração ou pelo erro desta.

Desde janeiro de 2011 o CIAP passou a integrar o módulo SPED Fiscal, e para garantir o cumprimento das obrigações fiscais de seus clientes, a UNUM, empresa desenvolvedora de software (ERP), já adequou o módulo CIAP ao SPED Fiscal. Esta nova ferramenta garante um melhor controle do crédito advindo do ativo permanente da empresa, evitando sustos ao final do exercício fiscal.

Segundo Márcio Guido, Analista de Negócios da UNUM, o novo módulo CIAP cruza informações da sua própria escrituração com os dados de nota fiscal e do imposto apropriado. “O que ocorre, é que fica praticamente impossível que haja algum erro de informação fiscal, o que, para a empresa traria sérios prejuízos”, destaca. Além da autuação, anteriormente mencionada, a empresa pode também ser compelida a devolver os créditos que se apropriou indevidamente, mesmo que não tenha existido intenção em lesar o fisco, além de possíveis retrabalhos em digitar informações em sistema de terceiros.

O controle dos créditos apurados por meio do CIAP é de suma importância para as empresas, pois lhes permite o conhecimento exato dos valores devidos pelo fisco, a título de crédito de ICMS do Ativo Permanente, bem como, acompanha a depreciação deste ativo em meses de vida útil, diferente do antigo método que calculava a depreciação de forma linear.