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Manual do administrador



Introdução

O módulo Admin é composto por ferramentas para gerenciamento do sistema. Para ler esse manual, necessita-se de conhecimentos básicos sobre conceitos de Classes, Grades e uma visão de como funciona o Framework.

Esteja certo de ter lido os pre-requisitos antes de prosseguir com este manual.



Licenciando uma base

Para que o módulo no ERP possa ser utilizado, ele deve estar licenciado. Para adicionar a licença de um módulo é necessário que a chave de licenciamento tenha sido gerada. Se a base que está acessando já está licenciada, pule para o próximo tópico, mas se estiver curioso de como funciona o licenciamento, continue lendo abaixo:

Para adicionar a licença de um módulo siga os passos:

1. Vá em Ir Para / Admin / Licenças e abra o processo "Produtos licenciados";


2. Clique em Adicionar;


3. Informe a chave fornecida pela Inteq, informe a senha do usuário Administrator, confirme a senha e clique em Gravar;



Pronto! Confira na grade Licenças o módulo adicionado.



Usuários e políticas de segurança

Introdução

Ao término desse manual você estará apto a realizar o cadastro de usuários, conceder regras de segurança e terá feito:
Cadastro do usuário  "José Unum Treinamento da Silva".
Cadastro dos grupos "Associado Unum", "Estagiário Unum".
Criação de uma regra de senha chamada de "Regra Máxima"
Criado uma Política de Segurança chamada de "Política Máxima"
Cadastro de um servidor de email SMTP 

Servidor de SMTP

Nesse processo você cadastra no sistema UNUM o servidor de e-mail SMTP com o qual você desejaria enviar os e-mails. 
O processo fica em ir para/admin/mail/servidores SMTP.
O Endereço é o IP do servidor SMTP e ativando o modo Debug o serviço fornecerá informações a mais para verificar se o mesmo está funcionando corretamente ou não.
Veja como é um cadastro completo de um servidor de SMTP no sistema UNUM na figura abaixo e se não existir um servidor cadastrado use os dados para cadastrar o servidor smtp do Gmail.


Após cadastrado os dados acima, vamos testar se o servidor está funcionando.

Temos um processo para realizar os testes de servidores SMTPs que fica em  ir para/admin/mail/Testar servidor SMTP.
Quando aberto, você poderá escolher entre dois tipos de testes. Um completo e outro pontual.  Onde:

Completo
Gera informações técnicas da 'Conversa' do sistema UNUM com o servidor de SMTP.
Neste tipo de teste são testados todos os servidores de SMTP cadastrados e a configuração padrão de SMTP definida no Manage desta estação e do servidor de aplicação.

Pontual
Apresenta uma grade com campos a serem preenchidos pelo usuário/testador.
Neste tipo de teste apenas um servidor de SMTP é testado por vez.

A senha e o usuário do e-mail são exigidos para realizar ambos os testes. No lugar do destinatário coloque um e-mail seu. O remetente e o destinatário podem ser a mesma pessoa, sem problemas. Se os testes foram bem sucedidos você deverá ter recebido um e-mail enviado pelo sistema UNUM através desse teste. Verifique sua caixa de entrada.

Regras de formação e uso de senhas

Quando falamos de segurança uma das primeiras coisas que pensamos é sobre senhas. No sistema Unum podemos definir regras de como as senhas dos usuários serão formadas e quais os prazos de validade delas. Para ir ao processo de senha, utilize esse caminho:  ir para/admin/seguranca/políticas de segurança/regras de formação e uso de senhas.


Criaremos uma regra de senha chamada de "Regra Máxima". A nossa regra de senha deverá conter as seguintes regras: 
  • O usuário deverá trocar de senha diariamente.
  • Na criação da senha ela deverá conter: 
    • Mínimo de 20 caracteres. (você pode optar por 5 para facilitar)
    • Letras maiúsculas, minúsculas, símbolos e números e não aceitar caracteres repetidos.
  • O usuário poderá errar a senha uma única vez.
Seguindo o roteiro do que temos que fazer, insira um novo registro na grade clicando no botão de inserir registros. Posteriormente mude a visualização e preencha os campos de acordo com a figura abaixo:



Lembrando que o Código é apenas um "apelido" para facilitar o uso da sua regra de senha em outras telas do sistema. 

Políticas de usuários

Políticas de usuário e políticas de computadores são tipos de políticas de segurança. E política de segurança é um conjunto de regras de segurança relacionadas ao uso geral do sistema, como: periodicidade de atualização de senhas, aplicações que podem ser utilizadas, computadores e horários permitidos. As regras relacionadas a senha você já preencheu no cadastro de regras de senha, agora você só fará um vinculo. Criaremos a nossa política de segurança chamada de "Segurança Máxima". Veja a grade política de usuário:


Para começarmos, insira um novo registro e mude a visualização da grade. Perceba que quando você muda a visualização da grade, aparecem outros campos que antes não apareciam, além de uma outra grade onde mostra os usuários que estão utilizando a política de segurança selecionada. Como você ainda está criando, não aparecerá nenhum usuário no momento vinculada a mesma. Contudo essa grade é extremamente necessária, pois você não pode excluir uma política de segurança que esteja sendo usada.

São poucos os campos que precisam ser preenchidos nesse cadastro. Apenas definimos a prioridade que no caso da nossa, defina  como 500. O número 500 para não é um número específico, pode ser qualquer número, a prioridade apenas define qual será a política padrão caso um usuário ou grupo não tenha preenchido esse campo.

Coloque agora o nome  da sua política, no caso definimos que será "Segurança Máxima". Vincule-a com a regra de senha "Regra Máxima", que criamos anteriormente no processo de regras de formação e uso de senhas.

Escolha também para qual ambiente as regras definidas irão se aplicar, dentre as escolhas você quatro opções: Ide, Framework, iWeb, Acesso Remoto. Como este manual é mais focado para o Framework, marcaremos apenas essa opção.

A última coisa a se fazer é definir os computadores aos quais o usuário pode acessar o sistema. Para definir esse campo você terá que ter cadastrado anteriormente os computadores e as redes que se deseja utilizar. Não preencheremos esses campos, pois nesse tutorial ainda não vimos cadastro de computadores e redes. Se quiser saber mais sobre esses dois cadastros veja esse outro tutorial: <link>

Veja como fica a tela de cadastro com todos os dados preenchidos corretamente:



Pronto, confirme o cadastro e a sua política de segurança foi criada. Os usuários ou grupos que usarem-na estarão sujeitos a suas regras. 

Cadastrando grupos de usuários

Cada usuário, pode ou não, fazer parte de um grupo de usuários. A título de aprendizado e para a continuação deste manual, criaremos dois grupos de usuários um chamado de "Associado Unum" e outro chamado de "Estagiário Unum". O processo de cadastramento de grupos encontra-se em  ir para/admin/seguranca/grupos e usuarios/grupos e papeis. Ao abrir o processo, veremos a seguinte tela:   


Para começar, criaremos logo o nosso grupo Estagiário Unum, pois ele será a base. . Abaixo explicarei o que preencheremos nos outros campos desse cadastro.

Nome
Nesse cadastro, possuirá a mesma função do campo código visto nos cadastros cima, apenas como um alias para o nome do grupo, esse campo funcionará como um alias, ou seja, o nome de referência para o grupo que você está criando. Defina esse campo como "Estagiário Unum".

Grupos
Nele pode-se definir herança de atributos como iremos mostrar a seguir no cadastro do "Associado Unum" que herdará as permissões do "Estagiário Unum". Esse campo não possui preenchimento obrigatório, como o grupo que estamos criando será a base, deixe esse campo em branco.

Estabelecimentos
Também deixaremos em branco. Esse campo vincula o grupo que está sendo criado a um estabelecimento, veja mais sobre estabelecimentos em: <link>

Políticas de segurança
Defina aqui a política de segurança, criamos nossa política de segurança chamada de "Segurança Máxima", mas ainda não a usaremos.

Nome Completo
Aqui é o real nome do seu grupo, mas lembre-se que o alias que definimos lá em cima será o que é mudado. Geralmente colocamos o mesmo nome para os dois, a não ser que o nome completo seja muito grande. 

Email
O e-mail que será cadastrado para esse grupo. Em outras telas do sistema pode-se usar esse e-mail para enviar notícias para os pertencentes do grupo.

Processo inicial
É onde definimos qual o processo que será aberto depois que o usuário efetuar o login no Framework. Nesse campo lookup aparecem os processos que fazem parte da classe Processos Iniciais Não colocaremos nenhum processo inicial pra ele, caso você queira definir algum, fique a vontade.

Atalhos
Na árvore do Framework existe uma classe chamada de atalhos, nesse campo definimos quais os processos que devam aparecer dentro dessa classe se o usuário pertencer a esse grupo. preencheremos esse campo com um processo que já existe no sitema Unum. Digite "Explorer.ip" e tecle tab para ir ao próximo campo.

Servidor de SMTP
Será o servidor de e-mail que será utilizado para enviar e-mails desse grupo. Não preencheremos esse campo.

Nome do usuário
Caso o servidor SMTP precise de autenticação, informar o nome do usuário. Não preencheremos esse campo.

Após ter preenchido os campos necessários que foram citados acima, você deverá ter obtido a tela como mostrado abaixo:


Confirme os dados e vamos criar o Grupo "Associado Unum".
Clique novamente no botão de inserir registros e preencha os campos igualmente como foi feito na etapa anterior com algumas alterações:
  • No campo de grupos, informe o grupo que criamos anteriormente "Estagiário Unum". Isso indica que o "Associado Unum" receberá as características do "Estagiário Unum". 
  • No campo atalhos, deixe-o vazio. 
  • No campo política de segurança, defina a política de segurança que criamos anteriormente "Política Máxima".
Confirme o cadastro desse novo grupo.
Veja que realizamos esses dois cadastros e vinculamos um grupo com o outro, fazendo com que o grupo "Associado Unum" herdasse o atalho que foi criado no "Estagiário Unum".

Cadastrando usuários

Faremos o cadastro do usuário "José Unum Treinamento da Silva", que será participante do grupo "Associado Unum". 
Para cadastrar um usuário no sistema, vá ao seguinte processo: ir para/admin/seguranca/grupos e usuarios/usuários
Clique no ícone de adição de novos registros. Será aberta a tela de cadastro abaixo, semelhante a tela de cadastro de grupos:


Veja que o cadastro de usuário difere do cadastro de grupos em alguns campos, são eles: Locais de escrituração e Entidade.  
Vamos analisar o que devemos preencher nesse cadastro para o nosso usuário  "José Unum Treinamento da Silva".

Nome

Será o nome que ele usará para fazer LOGIN no sistema. Usaremos o nome "jose unum".

Grupos

Mesma idéia vista anteriormente no cadastro de grupos. Usaremos nosso grupo, criado anteriormente, "Associado Unum".

Estabelecimento

Veja mais no cadastro de grupos.

Locais de escrituração

O local de escrituração é algo específico que não necessariamente precisa ser preenchido, mas em alguns processos da Unum são feitos filtros pelo local de escrituração do usuário, veja mais sobre local de escrituração em <link>.

Política de segurança

Não colocaremos nenhuma política de segurança em seu cadastro, logo ele pegará a política de maior prioridade dentre os grupos a que pertence.

Entidade
A Entidade é um campo obrigatório no cadastro de usuários, o cadastro de uma entidade representa o cadastro completo da pessoa, tais com CPF, RG, endereço entre outros campos nesse mesmo sentido. Usaremos a entidade "José Unum Treinamento da Silva" que criamos com o código "jose unum". Veja mais sobre Entidades aqui <link>.

Nome completo

O campo nome completo desse cadastro será preenchido automaticamente após selecionado uma entidade.

Email, Processo Inicial, Validade do Login, Conta de e-mail

Não preencheremos esses campos, para mais informações veja o cadastro de grupos.

Atalhos

Adicionaremos um atalho associado a esse usuário. Veremos depois do cadastro que o usuário possuirá dois atalhos. Esse que definimos agora e o que definimos para o grupo a qual ele pertence. Adicionaremos o atalho para o processo Temas.ip.

Temas

A associação de temas ao usuário é feita na grade temas. Na grade temas do cadastro de usuários é possível definir qual é o tema de um determinado usuário em um determinado navegador web. 
A grade temas do cadastro de usuários possui os seguintes campos: Navegador WebPrioridade e Tema. Os campos Navegador Web e Prioridade são usados como critério de seleção tema do usuário. Esta configuração fica mais clara com um exemplo prático. Suponhamos que o grade temas do usuário X esteja da configurada da seguinte forma:

 Navegador Web
Prioridade
Tema 
 Internet Explorer
2
Azul UNUM 
 Firefox
 Verde UNUM
 iPhone
 iPhone UNUM

Se o usuário X acessar o Sistema UNUM usando o navegador Firefox o tema a ser usado será o Verde UNUM, excerto se o usuário X estiver em algum grupo de usuário que tenha tema diferente para o navegador Firefox cuja a prioridade é maior que 1.
OBS.: Como um usuário pode herdar permissões e configurações dos seus Grupos e Papéis, é possível que um usuário possua mais de um tema para o mesmo navegador. Pensando nesta possibilidade de conflito, criou-se o campo Prioridade que serve como critério de desempate na escolha do tema do usuário. O tema do usuário será decido pelo tema que tiver maior prioridade.

Itens visíveis

Nesse campo será definido o modo de visualização dos processos e relatórios no menu principal do sistema, levando em conta as permissões do usuário. Há três opções disponíveis:
  • Apenas os processos e relatórios que podem ser executados: é a opção padrão do Sistema UNUM. O usuário vê apenas os processos aos quais ele tem permissão de executar.
  • Todos os processos e relatórios dos módulos visíveis: caso o usuário tenha permissão para visualizar um processo de uma determinado módulo, ele passará a visualizar todos os processos e relatórios contidos nesse módulo, mesmo que não possa executá-los. Os processos que não podem ser executados são destacados em um tom cinza.
  • Todos os processos e relatórios: o usuário visualizará todos os processos e relatórios, por mais que não tenha permissão para executá-los.
A opção padrão "Apenas os processos e relatórios que podem ser executados" favorece a usabilidade do sistema, ao apresentar um menu mais enxuto para o usuário, enquanto as demais opções permitem que o usuário conheça as capacidades do sistema. Esse tipo de conhecimento é útil para alguns setores da empresa, como a Administração de TI ou o Fiscal. É importante para alguns profissionais desses setores observarem a evolução do produto para atender as necessidades operacionais e fiscais da empresa. Dessa forma, eles podem observar a existência de novos processos e relatórios lançados a cada versão do sistema e, caso haja necessidade, solicitar aos administradores do sistema permissão para utilizar essas novas funcionalidades.

Após tudo preenchido corretamente, seu cadastro deverá se parecer com a imagem abaixo:


Após confirmar o cadastro do usuário.Uma outra tela com a senha gerada aleatoriamente aparecerá. Essa senha deverá ser usada para o primeiro LOGIN do usuário. Se não foi gerada nenhuma senha automaticamente, clique no botão de Alterar senha, que fica na grade Usuários e altere a senha do mesmo.

Quando o usuário for efetuar LOGIN no sistema a primeira tela que aparecerá é a tela de mudança de senha, igualmente a tela apresentada abaixo:


Coloque a senha que foi gerada automaticamente no campo de senha atual, posteriormente coloque a nova senha e a confirmação da nova senha. Lembre-se que:

A nova senha tem que seguir os padrões definidos na política de segurança a qual o usuário faça parte e que mesmo não tendo cadastrado uma política de segurança para o usuário, o mesmo receberá "por tabela" a política de segurança de maior prioridade aos grupos os quais ele pertence. Resumindo, ele possuirá aquela nossa política de segurança que criamos acima, cujo nome é "Política Máxima" e cuja a regra de formação de senha define que:
  • O usuário deverá trocar de senha diariamente.
  • Na criação da senha ela deverá conter: 
    • Mínimo de 20 caracteres.
    • Letras maiúsculas, minúsculas, símbolos e números e não aceitar caracteres repetidos.
  • O usuário poderá errar a senha uma única vez.
Coloque uma nova senha seguindo esse padrão e você obterá acesso ao sistema. Após efetuar o login no sistema, perceba que na árvore do "ir para" estará vazia. Aí deve ter surgido uma dúvida. Por que a árvore está vazia se eu defini que apareceriam dois processos na classe Atalhos como na figura abaixo? 


A resposta é simples. Permissão. Apenas definimos uma política de segurança para o usuário, não demos permissão para ele e nem para nenhum grupo ao qual ele pertence, por isso a sua árvore está vazia.
Veremos no capítulo abaixo como dar permissões.


Usuários e permissões

Introdução

No sistema Unum as permissões podem ser definidas de forma bem pontual. Em cada processo ou relatório é definido se o usuário pode ou não executá-lo ou até mesmo visualiza-lo. Veremos abaixo como definir as permissões para o usuário "José Unum Treinamento da Silva" que criamos no capítulo anterior. Para você ver a mudança daremos, primeiro, permissões diretas ao usuário para ver os dois relatórios que definimos para aparecer no Ir Para/Atalhos. Posteriormente daremos permissões diferentes aos dois grupos no qual esse usuário pertence e veremos o comportamento das permissões.

Para ir até o processo de permissões, feche a sessão do usuário que você criou e entre com a sua conta, pois nela já existe permissão de ver e executar o processo de permissões. Estando na sua conta vá até: ir para/admin/segurança/permissões/permissões

Concedendo permissões

Nesse processo teremos duas grades que em conjunto, permitirão a definição de permissão do usuário ou grupo. Abaixo vemos a primeira grade, a Árvore de Classes. Por ela navegaremos até encontrar o processo que daremos a permissão e em seguidas iremos para a grade de Permissões.


Procure pela classe "Admin" (R
aiz/products/INTEQengine/modules/admin
). Veja que temos o grupo Administrators com permissões de ver, inserir, alterar, excluir, ver Vfs e alterar Vfs. Já o usuário anonymous, na terceira linha, não possui permissão alguma para essa classe. 


Procure, agora, dentro de Admin o processo "Temas.ip", selecione a linha e vá para a grade ao lado, onde daremos as permissões. 
Se você clicar no botão procurar e tentar localizar o usuário que criamos, o mesmo não será achado, pois ainda não adicionamos permissão para ele nesse processo. Sabendo disso, insira um novo registro com o nome do "José Unum" e tecle Tab que o campo se auto-completará(será mostrado o mesmo nome de login do usuario e não o nome completo do mesmo). Marque a opção de Ver, concedendo assim ao usuário que ele possa ver o processo. Confirme o cadastro e posteriormente f
aça a mesma coisa para o processo "Executor.ip".

Veja como ficou a árvore depois desse procedimento:



Perceba que quando você deu permissão para o usuário ver o processo "Executor.ip" ou "Temas.ip" que pertence a classe Admin. Automaticamente o usuário também ganhou permissão de VER para a classe Admin(na imagem acima os processos estão dentro da classe e você consegue ver a classe também), ou seja, apareceu um registro na grade de permissões com o nome "jose unum" com a permissão de ver. Confira no processo de permissões e veja que o registro está realmente lá.

Conceder permissão de processo em processo é um pouco cansativo, não acha? 
Temos uma solução que deixa o processo de permissões mais fácil. Repare que existe um botão chamado "Replicar nas classes filhas" localizado na grade de permissões. Esse botão faz com que a permissão que você definiu para uma classe seja replicada em todas as classes filhas dela, considerando apenas os registros selecionados.

Sabendo disso, selecione na árvore de classes a esquerda, a classe admin que se localiza em raiz/products/INTEQengine/modules/admin insira a permissão para o nosso usuário de ver, inserir, alterar, excluir, ver VFS e alterar VFS. Salve a permissão clicando no botão de confirmação, selecione o usuário que acabou de incluir e clique no botão de replicar as permissões para as classes filhas.

Note que ao inserir esse registro de permissão na classe Admin, já existia outro registro com o mesmo nome que foi concedido ao dar permissão a um processo dentro da classe Admin e que o sistema não bloqueia essa inserção. Isso é dado porque as permissões são feitas de maneira somatórias. Como assim? 

A permissão do usuário será o somatório de todas as outras permissões que ele possui ou que os grupos aos quais ele pertence possuem. 
Comprovaremos o fato relatado acima adicionando as permissões abaixo:
  • de ver a classe "Contabilidade" (raiz/products/INTEQaccount/Contabilidade) para o grupo "Associado Unum" 
  • de ver a classe "Cartão Próprio" (raiz/products/INTEQcard/cartão próprio) para o grupo "Estagiário Unum". 
Em cada permissão, replique também para as filhas das mesmas. Lembre também que estamos dando somente a permissão de VER.

Após todas essas alterações, veja que sua árvore agora aparece tanto a classe Contabilidade quanto a classe Cartão Próprio e seus respectivos processos ou relatórios. Todavia, como só foi dada a permissão de ver, o usuário não consegue abrir nenhum processo ou relatório de ambas as classes.

OBS: Cuidado com o botão de replicar permissões, se você replicar a permissão para as filhas de Raiz o processo levará algum tempo considerávelmente longo.


Redes e computadores

Introdução

O sistema Unum também permite o cadastro de computadores e grupos para eles, que no caso são as redes de computadores. O cadastro de redes e computadores pode permitir uma maior segurança ao sistema, definindo computadores exclusivos para o acesso ao mesmo. Veremos no tópico abaixo, quando falarmos do agendador de tarefas, que precisamos do computador cadastrado para escolhermos quem gerenciará as tarefas. Portanto, não vá para o próximo tópico antes de dar uma lida nesse cadastro.

Redes

O cadastro de completo de computadores se dá através do cadastramento também da Rede a que ele pertence. Com uma rede definida, os computadores poderão conter o mesmo ip, mas redes diferentes. O processo para o cadastro de redes encontra-se nesse caminho da árvore: ir para > admin > redes e computadores > redes



Código
O campo código define o nome que aparecerá nos campos lookups de outras grades.

Nome
Nome da rede. Comparado com o campo código é como se o código fosse um "apelido" e o nome, fosse o nome completo.

Endereço IP
O endereço de ip da rede escrito na notação CIDR. Exemplos da notação CIDR:

192.168.0.0 /24 representa os 256 endereços IPv4 de 192.168.0.0 até 192.168.0.255 inclusive, com 192.168.0.255 sendo o endereço de broadcast para a rede.
192.168.0.0 /22 representa os 1024 endereços IPv4 de 192.168.0.0 até 192.168.3.255 inclusive, com 192.168.3.255 sendo o endereço de broadcast para a rede.

Máscara
Informa a máscara da rede, esse campo é um auxílio para a geração do formato CIDR que é preenchido no endereço de ip. Se você não sabe qual número deverá ser colocado após a barra( / ), preencha esse campo e automaticamente o numero aparecerá corretamente no endereço de IP. Também funciona o oposto, se o número após a barra for preenchido, a máscara da rede será modificada de acordo com ele.

Política de segurança
Política de segurança associada a rede. Veja mais em: Segurança::Política de Segurança

Computadores

Com o cadastro de computadores, podemos limitar certas operações a serem feitas apenas por aquele computador. Um computador pode ser cadastrado com vínculos a um ip fixo e a uma rede de computadores. O processo para o cadastro de computadores encontra-se nesse caminho da árvore: ir para > admin > redes e computadores > computadores



Nome
O que o computador cadastrado terá no sistema UNUM.

Endereço de ip
Lista separada por vírgula (,) dos endereços IP do computador. Caso o computador não utilize um IP fixo o valor a ser informado é "dhcp". 

Rede
Rede de computadores da qual este computador faz parte. O preenchimento deste campo é obrigatório quando dois computadores possuem o mesmo endereço ip.

Política de segurança
A política de segurança que deve ser utilizada por este computador. A política configurada prevalecerá sobre uma possível política configurada para a sua rede. Veja mais em: Segurança::Políticas de Segurança.

Estabelecimento
Estabelecimento onde o serviço é disponibilizado. Veja mais em: Cadastros::Cadastro de Usuário::Estabelecimentos 

Descrição
Apenas para colocar-se observações a respeito do computador cadastrado. Sugerimos que coloque uma breve descrição do computador e a sua funcionalidade na empresa.




Agendamento de tarefas

Introdução

Este é um processo muito usado pelos desenvolvedores da Unum. Ele permite a programação de tarefas que serão executadas pelo computador selecionado. Entenda como tarefas, códigos em javascript que serão executados pelo engine. As tarefas programadas podem ser executadas manualmente ou agendadas de acordo com algumas especificações definidas pelo usuário. 


Escolhendo o computador

Você pode definir qual computador gerenciará a partir da grade Parâmetros. Caso cadastrado um computador no cadastro de computadores, basta informar o código cadastrado, pois esse campo é um lookup para a classe computadores. Se tudo estiver correto o processo carregará as tarefas agendadas daquele computador na grade de Tarefas, localizada abaixo da grade de Parâmetros e você poderá adicionar, remover, alterar, gravar em arquivo, iniciar e parar tarefas. Usaremos o computador localhost que já é default do sistema Unum e indica a própria instância do engine que você está usando.

Adicionando uma nova tarefa

Após escolhido o computador, adicionar uma nova tarefa é simples, basta preencher a grade que aparece quando clicamos no botão de adicionar um registro da grade de tarefas. Para preenche-la vejamos passo a passo cada campo e seus detalhes lembrando que existem alguns campos de preenchimento obrigatório.

Nome 
Nome da sua tarefa.

Período
Periodicidade em que uma tarefa será executada. A periodicidade pode assumir os valores: Anual, Diário, Intervalo, Mensal, Semanal ou Uma vez. Se a periodicidade for um intervalo, a hora valerá como um intervalo de horas, executando o script quando a cada vez que passar o intervalo de hora. De acordo com o valor escolhido, poderá escolher outros campos tais como Hora, Data, Dia do mês e dia da Semana. Por exemplo:
Se escolhida a opção de execução diária, você não poderá preencher o campo mês.

Script
A chave do script que será executado.

Parâmetros
São os parâmetros que serão passados para o script a ser executado. A formatação dos parametro é uma dúvida bem como entre os desenvolvedores. A formatação tem que seguir a seguinte forma: 
variável="valor"
variável="valor"
A sintaxe é a mesma que no javascript, se for um Number não tem aspas, se for uma String, possui aspas.

Pré-Requisito
A tarefa que será executada antes da tarefa cadastrada no momento. O valor a ser colocado aqui é o Id da tarefa, que é gerado após concluir o cadastro de uma tarefa.

Pronto, após o preenchimento desses itens, sua tarefa já está pronta para ser executada. Quer fazer o teste? Crie um script que insira alguma coisa em uma classe do banco de dados e adicione-o ao agendados de tarefas com uma periodicidade de 1 em 1 minuto e verifique a posteriormente em uma aba idbc o seu dataSet sendo preenchido de acordo com a execução do seu script.




Administração do cache local

Introdução

A administração do cache local é dada por todos os processos contidos em ir para/admin/cache local.
Dentre as funcionalidades das ferramentas, podemos limpar o cache do servidor e forçar os clientes a baixá-lo novamente, também podemos trabalhar com os índices das tabelas do cache local. Entenda primeiro a definição de índice, veja esse artigo da Wikipedia. Veremos abaixo com mais detalhes cada um desses processos. 



Índices

Tabelas e Índices
Se você já sabe o que é um índice, veja que esse processo mostra os indices vinculados as tabelas do cache local e que nesse processo não existe um botão para a criação de índices,mas apenas para o descarte desses índices. Alternando entre as visões da grade você verá o nome dos campos indexados e o nome de todos os campos da tabela.

Exportar definições de índices
Exporta as definições de índices para um arquivo, possibilitando criar os índices existentes em um outro Engine. Se não for infomado o caminho onde desejas criar o arquivo o mesmo será salvo na pasta onde se encontra a instalação do Engine. 

Criar indices a partir de arquivo
Importa as definições de índices de um arquivo gerado pelo processo "Exportar definições de índices", possibilitando a criação dos índices existentes em um outro Engine. Caso queira criar índices para o cache local sem ser importando um arquivo, veja a api do DataSet, Cache Local.

Como parte desse tutorial, siga os seguintes passos para verificar como os processos funcionam:
  • Selecione uma tabela qualquer e exporte o índice dela para o arquivo chamado "indices_teste.bin" através do processo exportar definições de índices.
  • Após feito isso, remova os índices dessa tabela pelo processo Tabelas e índices. 
  • Agora restaure o seu arquivo exportado pelo processo de Criar índices a partir de arquivo.
Veja que após todo esse processo, os indices que você tinha descartado voltaram ao que eram antes. Isso funcionou como um bakckup e  um rollback.

Descarte de cache

Esse é o último processo que o módulo admin tem depois de termos visto os outros três citados acima. Descartar o Cache de Dados e de Chaves. Ao executa-lo o cache é descartado do servidor e todas as instancias associadas a esse servidor terá que baixar o cache novamente. Por isso tome cuidado ao realizar esse processo e tenha certeza que é a ação correta.


Explorador de classes

Possibilita a criação, edição e remoção das classes do Sistema. A manipulação das classes é limitada aos poderes de acesso estabelecidos pelo administrador do sistema e todas as modificações realizadas são passíveis de auditoria. Este processo é constituído de duas grades onde a primeira mostra a árvore de classes e a segunda mostra as propriedades da classe posicionada na primeira grade.

A grade de propriedades mostra as propriedades disponíveis para edição de forma dinâmica, ou seja, de acordo com a classe posicionada. Nesta grade, as informações básicas passíveis de edição são os campos "Nome" e "Apenas para agrupamento". O campo "Apenas para agrupamento" indica se este diretório é apenas para agrupamento de outros diretórios ou se o diretório deve ser utilizado para conter dados na tabela associada. Observe que o campo "Apenas para agrupamento" só ganha sentido a partir de uma classe onde haja uma tabela associada, pois será nesta tabela que teremos ou não registros.

Substituir referencias de chaves

Encontra-se em ir para/admin/ferramentas para chaves/substituir referencias.
Nesse processo podemos substituir a referencia de uma chave em uma tabela, por outra referencia. Quero dizer que podemos substituir os valores de uma chave extrangeira por outra. Imagine que um script seu foi referenciado em outros registros e que você criou um novo script com uma nova chave para substituir o anterior. Execute esse processo informando a chave que você quer mudar e a nova chave que substituirá a antiga.
 


Auditoria e jornalização 

No sistema Unum toda atividade é monitorada e gravada. Podemos saber qual usuário inserio o registro em uma determinada tabela em um determinado tempo. Veremos nessa parte do tutorial alguns processos e relatórios capazes de relatar fatos desse tipo entre outras informações importantes.

Ambiente de Testes
Criaremos um ambiente para vermos as diferenças depois de executado os relatórios. Crie uma nova classe, adicione filhos nessa classe e, se quiser, filhos de filhos. Pronto, nosso ambiente de testes para os relatórios abaixo está criado. 

Históricos das atualizações de produtos
Imagine que foi feito um upgrade em um client e começaram a ocorrer alguns erros como saber quais as alterações que foram feitas para que podemos identificar onde foi o erro?
Esse relatório mostrará todas as atualizações feitas nessa base em um determinado período de tempo definido pelo usuário que está usando o relatório. Preencha o campo de data inicial com -1 e o campo data final com um h. 0 -1 indica que a data será um dia anterior a data atual e o h significa que será a data de hoje. Colocaremos um range de data pequeno mesmo, pois pode ser que tenham muitos registros. Se não for encontrado nenhum registro, aumente o range e rode o processo novamente.

Referências da Chave
Imagine que foi gerado uma chave no sistema e você gostaria de saber onde ela esta sendo referenciada para procurar um defeito que está sendo causado pela mesma, como achar isso?
Nesse relatório pode-se pesquisar exatamente isso. Informe qual a tabela em que você quer pesquisar e a chave. Posteriormente mande gerar o relatório e veja o resultado. 

Auditoria
Um dos principais relatórios do módulo admin. Este relatório serve para auditar todos os tipos de modificações realizadas nas tabelas do sistema. Preencha as variáveis e clique na ação 'Executar' para iniciar a consulta.
Atenção: Este consulta é executada em uma tabela com milhares de registros, por este motivo, quanto mais variáveis você informar, mais rápida será a consulta.
Perceba que se você criou a classe para testar o relatório de referencias da chave, verá nesse novo relatório gerado que permissões automáticas foram inseridas para alguns usuários.

Consultar Alterações
Juntamente com o relatório de auditoria formam um completo review de todas as alterações feitas no sistema.
Nesse relatório uma das diferenças do anterior é que ele mostra o valor antigo e o novo valor das modificações. Execute esse relatório com a mesma data informada na consulta dos anteriores e veja as diferenças.